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DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO DISTANCIAMENTO SOCIAL

Ainda não conhece as medidas de inclusão no contexto de pandemia?

Leia esse POST que preparamos para você!

O período de distanciamento social que enfrentamos e o contexto de pandemia afetam de maneira ainda mais intensa a população com deficiência, que possui necessidade de assistência maior que o restante da população.


Isso pode ser provado pela dificuldade de adaptação da vida dessas pessoas aos moldes do novo normal. As pessoas com alguma deficiência, seja ela física, mental, sensorial ou psíquica, enfrentam diversos desafios quanto a adequação aos sistemas de ensino remoto e a falta de informações acessíveis, além de estarem sujeitos ao aumento da ansiedade decorrente da falta de apoio às suas especificidades.


Veja a seguir alguns os pontos relevantes desse assunto, tal como as dicas para minimizar o problema:


AS CRIANÇAS

É importante que as famílias conversem com seus filhos para explicar o que está acontecendo de maneira simples e compreensível. As crianças observam o que ocorre ao seu redor e sentem a tensão de um ambiente, mas, muitas vezes, não recebem informações do contexto, gerando ansiedade.


Além disso, no período de distanciamento social, é necessário que as escolas mantenham a comunicação e o vínculo com as crianças, com os adolescentes e com suas famílias, objetivando minimizar as mudanças na vida desses indivíduos. AS FAMÍLIAS


Uma parte significativa dos pais e mães de crianças com deficiência, além de todo o cuidado redobrado com o filho que o distanciamento impõe, trabalham em home office, tendo que entregar o mesmo rendimento de sempre para o contratante. Outros passam por um período de tensão diante do desemprego.


Além disso, os responsáveis tiveram que assumir o papel das escolas, auxiliando seus filhos nas atividades e estudos que precisam desenvolver sem terem conhecimento técnico para isso, o que pode gerar uma sobrecarga emocional.


Porém, é de extrema importância lembrar que a saúde mental e o nível de estresse da família impactam diretamente o bem-estar da criança e adolescente com deficiência, e, portanto, esse acompanhamento das atividades escolares e terapias deverá ser feito de forma a não sobrecarregar o ambiente familiar.


ACESSO AO TRATAMENTO


Algumas pessoas com deficiência possuem uma rotina de diversos tipos de terapia, tais como fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia. O distanciamento social pode interromper essa rotina, já que muitos profissionais precisam adotar medidas de segurança restritivas.


A interrupção das terapias pode significar uma paralização ou, até mesmo, retrocesso em habilidades já adquiridas pela criança. Por isso, é preciso que os pais sejam compreensivos com as dificuldades deste momento, e, também que as escolas recebam essas crianças considerando essas particularidades na ocasião da volta às aulas presenciais. SAÚDE MENTAL

Muitas crianças e adolescentes não são capazes de entender o motivo do distanciamento social, ou não entendam a seriedade dessa doença. O distanciamento, em muitos casos, pode causar impactos na saúde mental das crianças e adolescentes com deficiência. Caso os responsáveis notem um aumento da irritabilidade, da tristeza ou da apatia, devem procurar ajuda profissional especializado.


Para isso, existem, inclusive, serviços de atendimento gratuito que podem auxiliar os pais e cuidadores neste momento, provendo o apoio psicológico necessário.

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