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COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA COMO MÉTODO DE INCLUSÃO. SIM OU NÃO?

Problemas de comunicação são muito comuns e atrapalham o desenvolvimento de várias formas diferentes. Saiba mais!



Você sabia? 8 a cada 1000 pessoas no mundo não conseguem usar a fala para se comunicar. Apenas cerca de 5% delas recebem em algum momento um dispositivo de comunicação.


O QUE É COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA

A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada de Comunicação Alternativa (CA). A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.


PARA QUEM É A COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA)

Para pessoas de todas as idades a partir do nascimento com diferentes diagnósticos: autismo, paralisia cerebral, Síndrome de Rett, Síndrome de Down, outras síndromes e condições relacionadas. Para pessoas de diferentes habilidades cognitivas, físicas e sensoriais

O grande problema é que essas pessoas as vezes não são consideradas para utilizar comunicação alternativa ou ampliada porque:

- Não têm as habilidades cognitivas necessárias

- Só sabem dizer poucas palavras

- As outras pessoas pensam que já sabem o que elas querem

- Precisam comprovar suas habilidades antes que tenham chance de aprender usar CAA

Porém esses são MITOS.

Não existem pré-requisitos de habilidades cognitivas, ou de vocabulário, ou necessidade de comprovar habilidades. Todos devem ter a oportunidade de se expressar.

Todas as pessoas, independentemente da extensão ou gravidade de suas deficiências, têm o direito básico de fazer diferença, por meio da comunicação, nas condições de sua própria existência.

Com as ferramentas certas, seu aluno poderá ser alfabetizado, ter acesso à conteúdos complexos de português e matemática, poderá cursar uma faculdade e se tornar mais autônomo, inclusive no trabalho. No mercado de trabalho encontramos na área de programação é muito comum termos programadores cegos ou programadores autistas, por exemplo.

No final das contas, o grande desafio é estabelecer uma comunicação efetiva.

Para isso contamos com recursos de alta tecnologia (comunicadores, tablets, computadores e smartphones com aplicativos como Boardmaker, Snap+CoreFirst, LetMeTalk e muito mais) e baixa tecnologia (pranchas de papel, calendários, fichários, cartões etc.). Resumindo, tudo o que você pode confeccionar aí mesmo na sua escola, com papel, caneta, cartolina, cola e tesoura).


CONCLUSÃO

Independente do meio utilizado, o importante é conseguir alcançar a criança e fazer com que ela nos alcance, com a sua expressão.

Lembramos que existem inúmeras formas de se trabalhar com a inclusão e cada estudante apresenta uma necessidade de adaptação diferente e nós estamos aqui para te ajudar! Entre em contato conosco clicando AQUI e acompanhe o nosso perfil no Instagram @efeitoinclusao para saber mais!

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