• Equipe Efeito

5 EM CADA 100 CRIANÇAS APRESENTAM DISCALCULIA

Um número considerável de crianças apresenta a discalculia, um transtorno de aprendizagem que merece atenção e conhecimento de todos.

O QUE É?

A discalculia do desenvolvimento é um transtorno específico de aprendizagem e persistente na área da matemática. O estudante que tem discalculia tem muita dificuldade para entender a quantidade das coisas e, consequentemente, muita dificuldade para entender os números e o que eles representam.

COMO DESCOBRIR?

É possível notar nas crianças com discalculia certa dificuldade para aprender a contar, reconhecer números e quantidades, por exemplo. No dia a dia da escola, é notável a discalculia quando aparecem as dificuldades nas seguintes situações:

  • No aprendizado dos fatos (da tabuada);

  • Na resolução de problemas matemáticos;

  • Na memorização de funções matemáticas;

  • Na familiaridade com o vocabulário de matemática;

  • No entendimento da forma de medir as coisas.

Para os adultos que apresentam a discalculia, podemos perceber uma certa dificuldade para:

  • Estimar custos ao fazer compras;

  • Aprender conceitos matemáticos mais complexos;

  • Gerenciamento financeiro;

  • Estimar a passagem do tempo e seguir cronogramas;

  • Realizar cálculos mentais;

  • Estimar com precisão e velocidade ou julgar distâncias.

COMO AJUDAR?

É bem possível que os educadores ou familiares tenham encontrado desafios para ensinar uma criança com essa dificuldade em aprender matemática. Apesar da matemática ser um desafio para o estudante que tem discalculia, é possível ajudá-lo utilizando-se de algumas técnicas.

Por isso, separamos uma lista de estratégias que podem ser utilizadas no dia a dia, para o melhor aprendizado e desenvolvimento deste estudante. Vamos lá?

  • Identifique os seus pontos fortes e fracos para auxiliar a aprendizagem de matemática;

  • Use folha de papel quadriculada com estudantes com dificuldade em organizar as informações;

  • Na hora da leitura do problema matemático, incentive o estudante a ler em voz alta até mesmo os problemas não verbais;

  • Use exemplos concretos;

  • Na hora da explicação do conteúdo seja claro e objetivo;

  • Valorize o raciocínio matemático;

  • Conceda mais tempo para realizar os problemas matemáticos;

  • Forneça materiais de referência como tabuada, calculadora, ábaco;

Por fim, lembre-se que a matemática tem natureza cumulativa, portanto, não avance com o estudante no estudo, fazendo análise e resolução de problemas mais complexos enquanto as habilidades mais básicas não forem completamente desenvolvidas e adquiridas por ele.

Se você deseja saber mais sobre os métodos de inclusão escolar deste e de diversos outros transtornos de aprendizagem, conte com a EQUIPE EFEITO!

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Contribuição: Débora Eloi


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